O universo da Governança Corporativa é repleto de informações valiosas. A Administração Estratégica e a Governança Corporativa são pilares cruciais para as empresas familiares brasileiras. Há algum tempo, este termo vem capturando a atenção de empresários em todo o Brasil, principalmente por desafios como melhorar a sucessão familiar, resolver problemas de liquidez e risco de falência ou simplesmente atender exigências do mercado de capitais.
A grande questão é: por que não adotar a Governança Corporativa para potencializar a Administração Estratégica e assim melhorar a competitividade? Por que aguardar uma oportunidade de mercado ou, pior, enfrentar problemas societários insustentáveis? Seja para estruturar uma dívida, como Debênture, CRI, CRA, ou para acessar o mercado de capitais através de um IPO, a governança torna-se um tema central. É verdade que nem sempre uma empresa precisa de uma estrutura de governança robusta para acessar o mercado. Muitas vezes, o porte da empresa e os lastros, que são obrigatórios para a emissão de dívidas conforme as instruções da CVM, são suficientes. Mas não é apenas para o mercado que as empresas devem pensar e ou focar em estruturação de uma politica forte de governança, mas sim para seus próprios sócios primeiramente. ” Se a empresa for boa para os sócios, será para o mercado de capitais também”.
Estruturar uma governança envolve reflexão sobre propriedade versus gestão, divisão de papéis e políticas eficazes. Significa adotar práticas superiores de gestão em todas as frentes. Como citado por J.B. Barney e W.S. Hesterly, “Administração Estratégica e Vantagem Competitiva” é crucial para alavancar condições competitivas, gerando retornos maiores para os sócios.
Estruturar uma governança requer profunda reflexão sobre propriedade versus gestão, divisão de papéis e implementação de políticas eficazes. Trata-se de adotar as melhores práticas de gestão empresarial em todas as frentes: pessoas, processos, finanças e clientes. O objetivo final é aumentar a rentabilidade dos sócios e acionistas, garantindo resultados acima da média. Como bem pontuado por J.B. Barney e W.S. Hesterly em seu livro “Administração Estratégica e Vantagem Competitiva”, onde o autor menciona: “a gestão estratégica é projetada para alavancar condições competitivas, traduzindo-se em retornos superiores para os sócios“.
O caminho da Governança Corporativa pode parecer complexo inicialmente, mas os benefícios, a longo prazo, para uma empresa e seus stakeholders, são imensuráveis. Adote a Governança Corporativa em sua empresa, pois a decisão de enfrentar este desafio não é apenas uma escolha, mas um imperativo para quem busca excelência e sustentabilidade nos negócios. Empresas familiares brasileiras devem considerar a Governança Corporativa como uma estratégia.
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